Apresentador de tv libanês condenado à morte por bruxaria na Arábia Saudita
Um homem foi condenado à morte por decapitação na Arábia Saudita porque fez previsões na televisão.
Ali Sibat, 46, não é sequer um cidadão da Arábia Saudita. O libanês foi apenas visitar a Arábia Saudita em peregrinação, quando foi preso em Medina no ano passado.
Um tribunal da cidade condenou-o por bruxaria em 9 de novembro. A única prova apresentada no tribunal teria sido a alegação de que ele apareceu regularmente na televisão libanesa Sherazade, transmitida por satélite, dando conselhos gerais sobre a vida e fazendo previsões sobre o futuro.
O caso está causando indignação entre os militantes dos direitos humanos, mas foi pouco divulgado em outros lugares, apesar da natureza ridícula das acusações e da extrema gravidade da pena de Sibat.
" O crime de bruxaria está sendo usada contra todos os tipos de comportamento, com a ameaça cruel do estado sancionando as execuções. "
Simpatizantes de Ali Sibat dizem que a ele foi negado um advogado no julgamento e que foi levado a fazer uma confissão. Ele não é a única vítima da caça às bruxas na Arábia Saudita.
Um tribunal inferior em Jeddah começou o julgamento este mês de um saudita que foi preso pela polícia religiosa que o acusou de ter contrabandeado um livro de bruxaria.
Defensores dos direitos humanos afirmam que os procuradores classificaram a caderneta como um talismã "e que o tribunal a aceitou como prova, condenando-o a 20 meses de prisão e 300 chibatadas.
Tradução: Carlos de Castro
Fonte: SkyNews/Los angeles Times













